terça-feira, 23 de junho de 2009







Gestudas e Gestudos em ação

Memorial

A minha vida escolar foi um desafio, comecei estudar com 6 anos, meu irmão mais velho não queria ir para escola sozinho, então meu pai fez minha matricula para irmos juntos mas eu não conseguia acompanhar a turma, devido a minha idade, o professor não me dava muita atenção e dizia que eu poderia repetir o ano, porque eu nem estava em idade escolar, no final do ano e claro eu reprovei então começou o meu trauma que não ia aprender a ler, fiz mais ano naquela escola com o mesmo professor passei de ano, não aprendi a ler foi então que meu pai decidiu a fazer minha matricula em outra escola que não era um professor por turma, este ano foi terrível pelo menos no início, como eu era uma das únicas alunas que não sabia ler a professora me marcou bastante e todo o dia ela achava um motivo para brigar comigo até que um dia eu tinha que ler um texto para ela, estava doente havia desmaiado antes de sair de casa não queria ir para aula e meu pai me obrigou, cheguei atrasada, quando ela me viu nem bem sentei na carteira ela veio em minha direção e disse : - Hoje você vai ler senão não eu não sei o que eu faço contigo, foi então o momento mais terrível, eu não reconhecia nenhuma letra nem sílabas e ela ficou furiosa e começou me puxar meus cabelos e bater minha cabeça na carteira, a sala toda ficou num silêncio total, quando ela percebeu que eu estava quase sem choro ela parou e me disse: vê se de agora em diante aprende ler, então foi o momento que eu sai da sala e fui pedir para o diretor para ir embora, não contei nada a ele do ocorrido pois estava com muito medo dela, ele viu o meu estado falei que estava doente, ele me dispensou, fui para casa contei para meu pai e ele foi até a escola falar com ela e com a direção, daquele dia em diante ela começou me tratar diferente, foi onde consegui aprender a ler, ainda com bastante dificuldade daí em diante foi realmente um desafio, nas séries seguintes sempre que um professor pedia para ler em voz alta me dava tremor, sentia náuseas, tinha muito medo de errar, sempre tinha impressão que alguém ia me bater ou rir de mim, então foi onde comecei a ler muito, também em voz alta, decidi então fazer a faculdade de letras a qual hoje me sinto realizada., sou uma grande incentivadora de leitura na escola e desenvolvo vários projetos referentes a leituras.


Professora Neide T.R.Bosse
E.E.B.Luiz Davet.
Minha trajetória no processo de alfabetização e letramento

Por: Juliete Alves dos Santos Linkowski

Minhas melhores memórias são da 1ª infância. Lembro com saudade dos meus 4 anos de idade, quando tive meu primeiro contato real com o mundo das letras. Meus pais foram minhas principais influências.
Fui alfabetizada antes de completar 5 anos e devido a isso comecei a frequentar a escola, apenas como uma experiência após ter sido aprovada num teste que exigia conhecimento das vogais e de algumas formas geométricas. Lembro que havia duas turmas: A (forte) e B (fraca). Deveria frequentar a turma A, mas gostei muito da professora Marilda, da turma B, ela era muito carinhosa na maneira de se relacionar com os alunos, e isso jamais vou esquecer. Então fiquei todo o ano na turma B, o que pra mim foi maravilhoso.
Na medida em que o tempo foi passando também crescia meu interesse pela leitura e pela escrita, tanto que quando chegava em casa queria dividir meu entusiasmo com a família toda. À noite, eu, minhas irmãs e meu irmão costumávamos fazer leituras antes de dormir. O quarto era grande e todas as camas puderam ser colocadas uma ao lado da outra, o que facilitava as nossas leituras. Lembro que eu lia fábulas, minhas irmãs alguns contos e meu irmão sempre preferia o Gibis.
No período da 5ª a 8ª série tive uma experiência difícil, mudança de escola, muitos professores, e ainda no período de férias a escola teve de repor aulas devido a uma greve dos professores. Meus pais viajaram e fiquei na casa da minha tia, várias vezes pedia para faltar a aula, mesmo porque não havia muito incentivo à leitura, raras vezes os professores comentavam sobre livros na sala de aula.
Já no Ensino Médio tive meu primeiro contato com a literatura, então me apaixonei, li muitos clássicos, adorava as aulas de Língua Portuguesa, mesmo nos finais de semana, enquanto minha irmã lavava roupa eu ficava lá na lavanderia lendo em voz alta para ela, minha irmã lia muito mais que eu, mas eram literaturas diferentes.
E aí quando decidi fazer o curso de Letras, tinha plena certeza de que me realizaria como profissional nessa área, e minhas expectativas com relação às aulas de literatura eram as melhores. Desde o primeiro dia de aula fiquei encantada com a forma que a professora Sandra conduziu sua aula, e aí não tive dúvida: esse universo era muito mais surpreendente do eu imaginava.
A partir daí comecei a ler o mundo, a compreender muitas coisas implícitas e perceber que nosso conhecimento é do tamanho do nosso interesse. Tive sim algumas decepções como o resultado da prova de mestrado.Depois de ter lido muitos livros, fiz a primeira etapa, fui aprovada, fiz a segunda também fui aprovada, mas quando chegou o momento de apresentar meu projeto para a Banca, percebi que me faltava muito mais conhecimento sobre a Educação. Mesmo não tendo sido aprovada sei que essa experiência só me fez crescer como profissional. Não desisti, ao contrário, hoje faço curso de formação continuada e muitas leituras para cada vez me aperfeiçoar melhor. Estou num processo contínuo de letramento.
Lembranças Ficaram

Faço uma busca em minha memória e lá estão guardadas algumas lembranças, marcas que ficaram de minhas experiências com o processo de leitura e escrita e uma das mais significativas foi de 1ª a 4ª série do ensino fundamental. Escola Isolada, um único professor para quatro séries e o meu primeiro e inesquecível professor Jorge Fersch Neto fazia verdadeiros milagres para a época. Entre leituras e histórias contadas por ele, lembro-me como se fosse hoje como ele contou, a partir de ilustrações a história “O Velho, o menino e o burro”. Neste período tem a presença do meu pai que recitava versos e trovas.
Imagem ainda viva, na escola onde estudei de 5ª a 8ª série, era uma estante de livros na sala dos professores. Tinha muita curiosidade em saber o que havia naqueles livros, porém, nunca pude vê-los. Nesta fase lia muitas revistas e principalmente gibis. Esta era uma leitura feita através da troca e empréstimos entre colegas, sem nenhuma interferência ou incentivo de professor ou escola. Li muitas vezes dois livros que eram da minha irmã e que nunca esqueci “A Moreninha” e “O Caso da Mula-sem-cabeça”. Professor marcante desta etapa foi o professor de inglês na 5ª e 6ª série, Luís Fernando Arving. Adorava as aulas dele, eram diferentes das demais.
Segundo grau, cidade e escola nova, e por incrível que pareça sem nenhuma experiência a relatar sobre leitura e escrita e o que mais me marcou foram as aula de Química da professora Marli Laureano Leme.
Faculdade de Letras (Português/Inglês). Passei por ela e nada de diferente. Talvez eu tenha sido muito imatura. Sem comentários.
Anos depois, desta vez habilitação em Espanhol. Adorava as análises literárias que eram feitas nas aulas de literatura da professora Simone Moraes Stange.
A Pós Graduação foi excelente. Identifiquei-me com as aulas do professor Durvali Emilio Fregonezi e da professora Sandra Regina de Moura Konel e suas aulas de Literatura Infanto Juvenil.
Sou uma apaixonada por livros e literatura.
Terezinha Gelchaki
GESTAR II

Um livro em minha vida

Meu encontro e encanto com a leitura aconteceu ainda na minha infância. Apesar de não ter muitas lembranças do meu curso primário, nessa época tive contato principalmente com a leitura de gibis, o que na infância é um grande divertimento, como também, começa a aguçar a vontade de ler e começa a formar um leitor. Pois foi a partir deles que se inciou meu interesse pela leitura.

Já no Ensino Fundamental, o contato com outros tipos de leitura aumentou, nesta época li muito a Coleção Vagalume, a qual adorava, entre outros, muitos outros livros e gêneros... nesta fase escolar, lembro-me também que fui muito incentiva neste aspecto.

A partir do Ensino Médio, meu gosto pela leitura aflorou, meu encanto e vontade de ler aumentaram cada vez mais, principalmente pelos clássicos da literatura Brasileira, nesta época, passava tardes em companhia de um bom livro, era o que mais gostava de fazer. Acredito que foi neste período que pude dedicar-me mais à leitura e também no qual pude tirar mais proveito dela.

Após o término dos meus estudos básicos, não deixei os livros de lado, mas sim, aproveitava todo o tempo disponível para desfrutar de uma boa leitura, por ter desenvolvido esse gosto e interesse pela literatura, acabei por prestar vestibular para Letras e iniciar o curso superior, do qual tenho muito orgulho e só fez aumentar o meu interesse principalmente pela literatura.

Minha viagem pelos livros fez com que descobrisse grandes obras e autores, como também me fez crescer muito como leitora e como pessoa, fazendo com que minha visão mudasse, ficando , acredito eu, mais desemvolvida e dando-me a certeza de que quanto mais se lê, mais o indivíduo cresce e precisa estar em constante aperfeiçoamento.

Com a experiência de leitura que ainda estou construindo, posso afirmar que um leitor assíduo consequentemente torna-se um leitor melhor e mais crítico.

Vanessa R. K. Bachmann
Gestar II

segunda-feira, 8 de junho de 2009

GESTARII



















GESTAR II
PRÁTICA - TEORIA - TEORIA - PRÁTICA
ESTUDO - PESQUISA - TROCAS DE EXPERIÊNCIAS
DEDICAÇÃO - SONHO - COMPROMISSO
AUTONOMIA - RESPONSABILIDADE - SENSIBILIDADE
ENSINAR - APRENDER - APRENDER - ENSINAR
GESTAR - GESTOR - GESTAÇÃO - CRIAÇÃO

Relato Gestar

Gestar II 2009 – Canoinhas SC

Iniciamos o curso do Gestar II, dia 14 de abril do corrente ano, contemplando os municípios de Canoinhas, Três Barras, Major Vieira e Bela Vista. A Gerente de Educação da 26 Gered, Francisca Stoker Maiorki fez abertura do Gestar II, desejando boas vindas a todos os cursistas.
Em seguida, a Coordenadora Goreti apresentou, por meio de data show, a importância da formação continuada para todos os profissionais que atuam na educação e o desenvolvimento do Gestar II, contemplando os professores de Língua e Portuguesa e Matemática. Foi apresentado aos cursistas os formadores e passado um vídeo sobre “Saber e sabor”. Em seguida, foi passado ao grupo o cronograma para o ano e explanado como se dariam os encontros presenciais e estudo individual. Após esse momento, os formadores conversaram com seus grupos, expondo os objetivos do programa e estudo do Guia Geral.
Nós formadores de Língua Portuguesa, Adão Lourenço e Selma Dal Comuni, resolvemos iniciar os trabalhos, juntando nossos grupos. Explanamos por meio de data-show a proposta do Gestar e como iriam acontecer as oficinas. Também, teorizamos um pouco a questão dos gêneros textuais e pedimos aos grupos que lessem o Guia Geral e a TP3 (Caderno de Teoria e Prática), contemplando o estudo dos gêneros.
No dia 28 de abril, fizemos a 1º Oficina. Por meio de data show, continuamos explanando e discutindo os gêneros textuais, tipologias de textos e a temática o trabalho, apresentado na TP3. A junção entre conhecimento de mundo, lingüístico e textual. Após esse primeiro momento de teorização trabalhamos uma atividade prática. Dividimos a turma em quatro grupos, trabalhando o texto “A Casa”, do material de apoio. Foi lido, primeiramente o texto, e apresentado os temas para desenvolvimento dos textos: “Vender a casa, Comprar a casa, Tombar a casa e Roubar a casa”. Cada grupo, após a escrita, apresentou seus textos, lendo ou encenando-os. Foi muito interessante essa atividade, pois pudemos sentir bem a importância do trabalho com gêneros na sala de aula. Apresentado as atividades pelos grupos, trabalhamos uma seção da unidade 9 da Tp e, pedimos para os cursistas aplicarem com seus alunos, nos relatando no próximo encontro. Falamos sobre a importância do projeto e fizemos uma rápida avaliação sobre a oficina. O grupo pediu que continuássemos trabalhando em conjunto as oficinas.
O terceiro encontro aconteceu no dia 12 de maio. Iniciamos com o filme, Narradores de Javé e também, com a discussão sobre a diversidade de gêneros existente em nossa sociedade. Após o filme, discutimos um roteiro de como poderia ser trabalhado o filme em sala de aula. Em seguida, pedimos, por meio de um questionário, que nos relatassem as atividades praticadas em sala de aula. Avaliamos a oficina e terminamos com a escuta da canção “Construção” de Chico Buarque.
Nosso quarto encontro que se deu no dia 19 de maio, foi muito produtivo. Teorizamos por meio de transparências no retroprojetor os fundamentos práticos e teóricos da TP3, amarrando a temática Trabalho as práticas dos gêneros textuais, tendo no interior de cada gênero, as tipologias textuais. Após esse momento, apresentamos uma proposta de trabalho em grupo, para estudo e apresentação, teórica e prática de cada unidade da TP3. Foi um estudo excelente, pois os grupos foram criativos e muito dinâmicos. Cada grupo, na sua especificidade, se saiu muito bem. Foi uma amarração caprichada, dos gêneros e tipos textuais, com boas pinceladas na gramática e literatura. Terminada, essa atividade, comentamos sobre o andamento dos projetos e o tema do próximo encontro. Pedimos para que lessem e trouxessem a TP4 (Caderno de Teorização e Prática, contemplando o processo de desenvolvimento da escrita e leitura).
Em 26 de maio, realizamos nosso quinto encontro. Fizemos a dinâmica da teia, onde cada cursista relatou seu processo de letramento. Como aprendeu a conhecer o mundo, a ler e a escrever. Foi interessantíssima essa atividade, pois extrapolamos todos os limites, tanto de planejamento, quanto de horário programado. Mas foi excelente. Pois cada um de nós teve um momento de profunda troca de experiência. Houve momentos de grande emoção no relato de cada participante. Paulo Freire e Patativa do Assaré ficariam profundamente emocionados se estivessem presentes nesse encontro. E de maneira transcendental, estavam. Após esse momento riquíssimo, explanamos por meio de data show o estudo das discussões sobre letramento. Aconteceu um debate acalorado sobre metodologias voltado ao ensino de gramática e texto, como não havia mais tempo, deixamos para continuar o estudo e debate no próximo encontro.
Na oficina do dia 02 de junho, continuamos as discussões sobre letramento. Fizemos um momento teórico e outro prático. Explanamos por meio de transparências as discussões sobre o processo de letramento, que estão em voga, tanto de nós profissionais, quanto de nossos alunos. Ficou claro para todos nós que o processo de letramento é uma construção constante, ultrapassando os limites da alfabetização leitura e escrita. Como havíamos iniciado no encontro passado um debate sobre as questões gramaticais, linguísticas e textuais. Convidamos os cursistas para uma atividade em grupo; em que cada grupo teria que elaborar a defesa de uma temática. Foram organizados os grupos contemplando três temas. O primeiro grupo elaborou uma aula e defesa sob a luz do ensino da gramática e tipologia textual tradicional; o segundo grupo, os textos literários e não literários sob uma visão mais atual; e o terceiro grupo, a elaboração de uma aula e defesa sob o foco dos gêneros textuais contemplando todos os aspectos temáticos das propostas anteriores. Foi interessantíssimo esse debate, até para clarear que o material proposto, não exclui a gramática do processo de ensino e aprendizagem da linguagem, mas que está presente, juntamente com a literatura nas atividades de interação contemplada pelos gêneros textuais.
Na data de 09/06/09, dedicamo-nos a orientação e estudo dos projetos, bem como a formatação e postagem dos blogs que criamos. gestarcanoinhas.blogspot.com - gestarselma.blogspot.com - adao-lourenco.blogspot.com
Em 16 de junho do corrente, realizamos uma oficina com diversas atividades práticas e teóricas. Iniciamos como o relato escrito em que, cada cursista relatou sua experiência memorial do seu processo de letramento. Logo após, estudamos o texto da TP4 "Expansão da pobresa". Em pares, foi elaborado perguntas relacionando tópicos explícitos contido no texto, inferências textuais, percepção de mundo e gosto pessoais. Discutimos em plenária as questões estudadas e relfetimos as questões teóricas "Ampliando referências" pág. 147 Por que meu aluno não lê. Finalizando, trabalhamos em grupo a produção e leitura textual em estavam contido as seguintes palavras: muxuango, hermeneuta, vituperado, defenestração, perfunctório, falácia, ignóbil sibilino, uxoricídio e apoplexia. Um momento de muito riso e descontração. E bastante reflexívo também.
No dia 23 de junho/09, novamente nos dedicamos a formatar nossos projetos e blogs. Além de refletirmos as próximas oficinas que haveriamos de construir e constituí-las. Fazia um frio danado e chovia muito. Porém, foi um momento propício para a constituição de nossos escritos.
Em 30 de junho de 2009, realizamos uma oficina voltada ao estudo da TP5, unidade 17, referente as noções de Estilo. Abrimos o encontro com a leitura de um poema, "Palavras". Em seguida, a cursista Zenilda apresentou ao grupo alguns pontos teóricos e práticos sobre seu projeto em andamenteo na E.E.B. Gertrudes Muller. Logo após, refletimos alguns tópicos teóricos, por meio de algumas transparências, com relação a estilística; além de rirmos muito com as marcas, idioletos de certas personalidades da mídia e do meio político "Por quê a galinha pulou a cerca?". Realizamos uma atividade prática em que, cada cursista teve a tarefa de, reproduzir um fragmento textual relacionado a leitura do texto "Os diferentes estilos" de Paulo Mendes Campos e; de representar uma personalidade específica a partir do texto estudado. Ouvimos alguns poemas de uma aluna convidada, Josiele da E.E.B Frei Menandro Kamps; e também a cursista Juliete, que apresentou-nos o seu projeto, em andamento na E.E.B Rodolfo Zipperer. Fechamos o encontro com mais uma atividade prática, introduzindo a coerência e coesão textual, tema que será abordado na próxima oficina.
Na data de 07/07/2009, trabalhamos em grupos tópicos da TP5, abordando as questões de estilo, coerência, coesão e relações lógicas no texto. Após alguns pequenos problemas técnicos referente ao uso do notebook e data show; conseguimos realizar ótimas apresentações. Os grupos foram brilhantes em suas explanações e sugestões de atividades para o trabalho com os alunos em sala de aula. Aprofundamos muito nosso estudo, referente a importância dos elementos coesivos e coerentes presentes no texto. O conhecimento de mundo, linguístico e textual; quanto mais ampliados e vivenciados, por nós e nossos alunos, mais torna-se-ão ferramentas para construção e atribuição de sentidos, coerentes e coesos no texto.
No dia 14/07/2009, nos reunimos para a discussão dos projetos em andamento e postagem das atividades em nossos blogs.
Retomamos nossas atividades em 04/08/09. Iniciamos as atividades com algumas reflexões e mensagens. Em seguida, trabalhamos alguns vídeos que abordavam aspectos das variações linguísticas. Discutimos a importância desses conhecimentos e assistimos o filme - documentário "Língua - Vida em Português".
Na data de 11/08/09, realizamos uma oficina bastante prática. Trabalhamos vídeos e textos relacionados aos assuntos abordados na TP1. Variantes linguísticas: dialetos, registros e desfazendo equívocos.
Dia 18/08/2009, realizamos uma oficina teorizando sobre os aspectos intertextuais - alusão, paráfrase, paródia e citação. Iniciamos também a confecção de um livrinho (com recortes de revistas, desenhos e outras ilustrações), praticando a intertextualidade.
25/08/09. Continuamos trabalhando a construção dos intertextos, confecção de livretos e apresentação das atividades.
01/08/09. Nos reunimos para discutirmos os projetos em andamento e para postarmos atividades nos blogs
08/09/09. Iniciamos os estudos da TP2, debatendo a Un. 5 e 6, referentes as visões gramaticais: produtiva, descritiva e normativa. Oração e frase
15/09/09. Realizamos uma oficina muito produtiva. Iniciamos a oficina com uma leitura textual, debatemos aspectos teóricos da TP2 e realizamos atividades em grupos, estudando as unidades e os assuntos propostos da TP2. Em seguida, os grupos apresentaram suas sugestões de trabalhos.
22/09/09. Nos reunimos no laboratório de informática para discutirmos os projetos e postagem nos blogs
Em 29/09, iniciamos nosso encontro com belíssimos relatos e trocas de experiências das atividades realizadas em sala de aula. Após esse momento, nos dedicamos ao estudo das TP2 e início da TP6.
Na data de 06 de outubro, trabalhamos a TP6, abordando as unidades, 21 e 22. Debatemos sobre os diferentes argumentos textuais, a qualidade da argumentação e a importância do planejamento textual. Foram realizadas atividades em grupos a assistido alguns vídeos referentes intenções argumentativas
Em 20 de outubro, continuamos estudo da TP6. Fizemos uma grande reflexão a partir do vídeo “Ilha das flores” sobre o conhecimento lingüístico e textual do aluno, diferenças de temas e títulos, argumentos, assuntos interdisciplinares e projeção textual. Também trabalhamos e refletimos nossa prática e planejamento textual, além abordamos a importância da literatura para adolescentes
No dia 27 de outubro nos reunimos para trabalharmos os projetos e as postagens nos blog.com. Muitos cursistas falaram sobre o andamento dos projetos e sobre os relatórios das atividades realizadas com os alunos. Sugerimos para que nos mês de novembro todos apresentem o resultado dos trabalhos e o projeto realizado
No encontro de 03 de novembro do corrente, refletimos a partir de vários slides, a importância do trabalho com oficinas de textos. Re-estudamos assuntos abordados em várias TPs referente ao texto e, a abordagem textual das unidades de planejamento e escrita da TP6.
No dia 10/11/09, nos encontramos para fazermos uma reflexão sobre as atividades desenvolvidas em sala, uma pré-avaliação do GESTAR II, e apresentação e troca de idéias sobre os projetos desenvolvidos e em desenvolvimento.
Em 17/11/09, trabalhamos no desenvolvimento dos projetos e postagem de atividades nos blogs. Lindos trabalhos vem sendo desenvolvidos pelos cursistas. A sala de aula está sendo um espaço extremamente rico de atividades belíssimas.
Na data de 24/11/09, fomos ao Município de Major Vieira prestigiar o trabalho desenvolvido pelos cursistas: Aline, Erícleia, Henrique e Neide. Seus alunos nos brindaram com lindas apresentações de leituras no Projeto Piquenique Literário. Um momento de extrema beleza e encantamento em que professor-livro-aluno, aluno-livro-professor (em meio ao ambiente gostoso da natureza); interagem-se, um ao outro, provando ser um processo impar na relação ensino-aprendizagem, cultura e educação. Parabéns a todos
Na data de 01/12/09, realizamos encerramento e confraternização, avaliando o Gestar II, revelando amigos secretos, trocando presentes e carinho.

Adão e Selma
Formadores
Gestar II

segunda-feira, 1 de junho de 2009


ANÚNCIO

Imobiliária AB
Rua: Curitibanos, nº. 655, centro
Fone: 47-3622-2174 – sala 15

Vende-se sobrado, amplo jardim, imóvel recém reformado, revestido em pedra, garagem grande. Localização PRIVICE GLILEGIADA, seguro, com privacidade.
Sala de jantar, lavabo, escritório, três quartos, closet, svize revestida de mármore.

Grupo1: Henrique Alves de Lima
Rutiane Loti
Juliete Santos
Ericléia Malicheski
Aline Pires A. Soares


REQUERIMENTO


Srs. Proprietários

Venho através deste, mui respeitosamente, informar-lhe que a beleza natural e arquitetônica de sua residência a qual tenho observado com admiração, vem ao encontro dos meus anseios de aquisição referida.
A sua localização, bem como o amplo jardim são algumas das características notórias nesse imóvel. Sendo assim, pretendo adquiri-la e fico no aguardo de possíveis negociações.
Sem mais para o momento, reitero protesto de elevada estima e consideração


Atenciosamente


__________________________
Grupo 2, gestar II
Ana Claúdia Zan
Jalusa Endler de Sousa Reese
Dalva Miriam Morescki
Marli B. Izzka Kohler
Samuel Antonio Ribeiro de Lima



Aconchego, 28 de abril de 2009.

Exmo. Prefeito Municipal de Aconchego
Senhor Acácio Boaventura


Vimos, por meio deste, solicitar a Vossa Senhoria a análise e compreensão do pedido de tombamento da casa pertencente à tradicional família Marcondes. Há várias gerações que, em comum acordo, pretendemos deixá-la para a comunidade Aconcheguense como Patrimônio Público, pois a mesma possui um forte valor histórico municipal.
Esta casa situa-se à Rua Carlos Drummond, S/N, distante 500 metros da vizinhança, medindo 220m2, com um belo jardim, extremamente bem cuidado, cômodos revestidos em mármore, pedras em uma parede lateral, coleção de selos, moedas raras, porcelanas, pratas, cristais. Além disso, possui muitos atributos. É riquíssima em detalhes e de estilo barroco.

Contando com sua estima e consideração, agradecemos


João Marcondes e Família

Equipe3
Ana Wolkoff
Maristela Aparecida de Freitas Morsch
Marize Cordeiro Pacheco
Vanessa R. K. Bachmann da Silva




Parada Sinistra

_ Ei mano? Descobri uma parada manera!
_ Diz ai veio!
_ Uma casa da hora.
_ Desembucha teu.
_ Tenho a treta toda. A “mansa” fica quase sempre sozinha; só um pivete fica marcando toca lá.
_ Como ce sabe mano?
_ Fui lá otro dia e o mané caiu na minha. Deu toda a parada.
_ E o bagulho vale a pena?
_ Som da hora, umas “porce” prateada que deve vale uns pila maneiro.
_ A gente podemo derretê.
_ Depois ce pensa nisso.
_ Que mais? Tem bufunfa?
_ Tem moeda do tempo da vovó. Deve valê alguns troco.
_ Conta mais mano?
_ Agora vem o melhor da treta mano.
_ Que é malandragem?
_ Um cofrão, que o mané disse que tá recheado de oro e joia.
_ Uia! Vô tirá feria gorda! Quando vamo fazê o serviço?
_ Calma! Na quinta que vem, porque a coroa vai no shopping.
_ Então, como rola a parada?
_ Maió moleza! A mansa fica a uma cara da city e nem vizinho pra caguetá, tem. A porta latera fica aberta, coberta por arvoredo. Eu distraio o mané do Dudu e peço pra ele abri o cofre e deixá o tranquera aberta. Aí você passa o rodo na mansa, enquanto peço pra conhece o jardim.
_ E pra saí?
_ Na garagem tem três magrela. Pega uma e vaza na boa.
_ E depois?
_ Vamo curti na noite o lucro do trampo da parada sinistra

Grupo 4
Janira Adriana Prust
Edson Luiz de Souza
Zenilda M. Paula Soupinski
Michele Voigt Farias